Era uma só…Os contos de fada, as histórias dos livros, os poemas apaixonados e repletos de sentimentos.A vida se assemelha á estes “contos”, histórias nos quais desde pequenos um dia nos imaginamos estar.E como todo começo, “Era uma vez” já nos mostra a realidade:Tudo que se vive fica no passado, ou seríamos nós completamente viventes do passado, a todo instante?Era uma vez, e agora, é outra vez.Sempre é tempo de iniciar uma nova realidade, “É uma vez”.Uma vez que se vive, uma vez se ama, uma vez que se sente.Assim como nas literaturas infantis, por vezes, um final feliz.Para que assim possamos acreditar desde pequenos que ele é possível, apesar das aversões que acontecem na história.Mas ainda há quem duvide, e que não se veja vivendo um conto.A história, por mais que esqueçamos, tem um autor.O autor do seu conto é VOCÊ!Não vejo a possibilidade da construção de uma história sozinha.Também não acredito que Deus seja completamente responsável pelo nosso destino.Sim, eu acredito e confio que Ele nos dá essa chance de escolha.Afinal, quem constrói nossa vida somos nós, a todo instante.Assim como personagens de um livro, podemos transformar a vida na história que queremos.Escolhas refletem em linhas, palavras, em histórias.Há quem ainda procure entender o sentido da vida, pra mim o sentido dela é um só:Fazer histórias. O mundo sempre foi e será uma eterna biblioteca.Afinal, quando partirmos, o que deixaremos?Podem se acumular fortunas, bens, patrimônios.Tangivelmente, tudo é mais simples.Mas, e as histórias que você viveu, quem um dia as irá contar?Compartilhe momentos, divida segredos, viva sem medo de errar.Seu conto de fadas não tem fim.Sim, ele será engraçado no capítulo que você admitir que ele é um “conto de falhas”.Não haverá, ao contrário dos livros, a chance de você escrever o final.Afinal, o que é FIM pra você?Ao compreender o que foi dito entrelinhas, entenda a sua importância na história.Como autor ou co-autor dela, a responsabilidade de permanecer contando linhas felizes é sempre sua.Há quem espere sempre uma nova chance, há quem queira virar a página, há quem vive desejando uma página em branco, pra passar tudo limpo e reescrever a história.Até que um dia a vida mostrará, de forma sutil, que tudo aquilo que um dia se desejou apagar valeu a pena, que a chance não é pra ser esperada, mas conquistada. Que virar a página faz parte do progresso, desde de que se tenha bem lido ela e que não se esqueça da importância que ela teve.Há sim aqueles dias em que nos sentimos completamente analfabetos da vida.E nos esquecemos da criança que fomos, sonhando estar em castelos de chocolate, na nuvem de algodão doce e o quão bom isso nos fazia.Porque é humano enxergar apenas com os olhos.“O essencial é invisível aos olhos, só se vê bem com o coração”.Quando a história que estiver vivendo não lhe agradar, se imagine em outra.E se pode imaginar, porque não pode construir?A importância do “Era uma vez” hoje aqui foi uma só:Mostrar que não há limites para ser feliz.Não há fim!
A roda que transforma vidas: ROTARY
Aqui hoje conto uma história de AMOR.
Tudo começou em 2001, aos 14 anos, quando tive a oportunidade de conhecer o CEPRO – Centro de Ensino Profissionalizante Rotary.
Na época, a euforia foi enorme, me recordo bem. Era um curso muito disputado pelos jovens, uma prova era realizada para que pudesse se iniciar o ciclo de cursos.
Estudando desde os 6 anos, considero esse período o que mais tive motivos para de fato, estudar. A vontade e determinação para passar nessa prova foram de extrema valia pra mim.
Mal sabia que, após ela, se iniciaria uma paixão:
A ADMIRAÇÃO PELO TRABALHO ROTARIANO.
Desde o curso CBT – Capacitação Básica para o Trabalho, que foi fundamental para minha formação profissional e intelectual, até os outros que realizei, conhecendo professores incríveis, aprendendo a conviver com pessoas distintas e a gostar disso, e o melhor de tudo: fazendo amizades duradouras, das quais tenho até hoje.
Esse trabalho, promovido pela Fundação do Rotarianos foi e continua sendo de extrema importância para os jovens da cidade de Cotia, onde resido atualmente. Através dele, os jovens tem a base para iniciar em uma profissão, tendo em vista as empresas que abraçam o projeto, e nele confiam.
Passando-se um tempo, fiquei sabendo do RYLA. Por ser realizado pelo Rotary Grande Osasco, logo me inscrevi, baseado na experiência de 2 anos que tive.
Assim, me surpreendi. Desde o momento da reunião preparatória, até a recepção e os momentos finais.
No início do projeto, eu tive a sensação de transformação, no final, de gratidão.
Até hoje, felicidade e orgulho de ter tido a oportunidade de fazer parte deste projeto.
Em 2011 como Rylense, em 2012 como Rylense e Monitora.
Após ele, participei de muitos outros projetos, e um deles, o Dia do Líder preciso registrar aqui.
Realizado pelo Rotaract de Itapevi, o evento contou com pessoas dispostas a crescer, proporcionou a todos um dia marcante com palestras ricas em conhecimento. Lá, tive a oportunidade de conhecer Anita e Nicolas Brito, que abordam o assunto Autismo, recomendo a leitura do blog, onde através dele, é possível também conhecer o livro: Meu filho ERA autista.
Há 11 anos, venho acompanhando o trabalho Rotariano.
Hoje, digo com imensa satisfação que os melhores momentos que vivi e vivo tem esta marca:
Desde a contribuição profissional, na área de Recursos Humanos, até o momento presente, onde pretendo iniciar os estudos em uma nova área, contribuindo para novos rumos, há uma excepcionalidade no trabalho que realizam:
Eles fazem com o coração!
Não há distinção entre as diferenças, integram pessoas “especiais” ao nosso meio, o que considero uma honra, possuem um poder imenso de construir e reconstruir a vida de muitas pessoas a começar por mim, eles não atingem o objetivo… Eles os SUPERAM!
Em cada momento vivido, há um certificado: Fica registrado que tudo foi feito com prazer, que se pensou no bem do próximo mas antes de tudo, que se sentem bem por fazer aquilo, dando o melhor de si, individualmente e em equipe.
Por mais que escreva aqui, somente as lembranças e a pessoa que me tornei hoje podem dizer o que tudo isso reflete na minha vida.
A menção de hoje é em agradecimento aos pais, filhos, tios, irmãos, avós e ás pessoas que contribuem para que tudo isso aconteça.
Não só na minha vida, em particular, mas em cada sorriso que vocês arrancam em cada lugar que passam.
O meu MUITO OBRIGADA!
Á família Rotariana, em especial á Simone Sayuri, Sérgio Manojo, Luciano Camandoni, Cibele Silva, Carlos Alberto A. dos Santos, Hebert Gaban, José Antiório e demais do Distrito 4610.
Vocês fazem a diferença!
Reencontro CEPRO
RYLA 2011
Dia do Líder – ROTARACT Itapevi
Na prática…
Outros 500!
Escrevendo aqui há um bom tempo, lendo tantos outros blog’s, de amigos inclusive.
Além dos livros, palestras, cases, histórias de vida.
De certo, muito aprendi com tudo, e ainda aprendo, porém…
Na prática e digo nos sentidos também, certas horas filosofia alguma e exemplo nenhum serve de guia para caminhar.
Aquela hora que você deseja ficar “offline”, sumir para o “nada”, o momento que definitivamente tudo que você possui na bagagem não é suficiente.
O momento em que raramente você é compreendido, que ouve “N” teorias e motivos que o façam pensar o contrário.
A hora em que você percebe a diferença entre “Razão” e “Emoção”, e vê que separá-las não é tão simples como nos livros de auto-ajuda.
Aquela hora em que você bebe até vodka, para tirar o nó da garganta.
Canta, no tom mais grave, na tentativa falha de aliviar o que sente.
Diz que o olho só lacrimejou por conta de algo que caiu no olho, e vê a lágrima sair “quicando”, sem a menor intenção de parar.
O que isso tudo mostra é que não somos sempre razão.
Por mais muros que se construa, nascemos do amor, e dele precisamos viver.
Somos feitos de carne, mas certas horas, temos que viver como se fôssemos de ferro.
Falar, ver e ouvir…
Nada ameniza, nem realiza.
Os três sentidos precisam ser ignorados, e porquê não, a inteligência também não deve ser deixada de lado.
“Emburrecendo” certas horas, para aprendermos que nem tudo precisamos saber.
A teoria sem a prática é insignificante.
Deixar o medo de lado, e se arriscar.
Talvez seja esse o segredo do que chamam de suprema e plena felicidade.
Seres evoluídos, que podem ter em seu corpo e em sua mente a marca da tentativa, da qual chamam de “cicatriz“.
E se na prática, fora dos livros e teorias, a realidade é outra, vamos lá…
Praticar, vivendo o que nos espera… E que deve ser bem melhor do que imaginamos.
E quem sabe tirar da imaginação, aquilo que se deseja… Em silêncio.
Pratique!
Curta a vida! Vida curta?
Você abrevia a escrita, não conta detalhes, prefere os atalhos.
Ouve um trecho da música e já diz que não gosta, salva a senha pra não precisar digitá-la.
Manda sms ao invés de ligar, cartão virtual para não precisar escrever á mão.
Conta às horas pro fim de semana chegar, não espera a escada rolante rolar.
Vai na academia do prédio ao invés de caminhar.
Diz que a vida é curta, e curte ela dessa forma.
Se achou em um dos trechos acima, e se viu normal.
Note como encurtamos tudo!
Dizemos sobre curtir a vida, mas o sentido de “curtir” não é encurtá-la.
Reduzimos cada dia mais o que podemos.
Não nos permitimos viver longa e demoradamente.
Nunca temos tempo de ver alguém quem quer estar junto de nós, e achamos isso o máximo.
Nos adaptamos a pequenas coisas, a abreviações.
De que vale se reduzir tanto?
Prolongue um diálogo, saia com os amigos ao invés de “teclar”.
Tire o fone de ouvido quando estiver num parque, ouça os pássaros, sinta o cheiro da terra.
Fale, e permita ao outro responder, aprenda a pausar para ouvir.
Surpreenda, dando mais atenção á aquilo que ama, e que te ama.
Aprecie a vida de forma mais lenta e intensa.
Ao “curtir” não a deixe curta e abreviada.
Prolongue, eternize, demoradamente!
Ao correr, talvez você perca grandes e belos detalhes da paisagem que está no caminho.
Aproveite bons momentos, talvez curtos, mas únicos!
Curta a vida, sem encurtar!
E seja feliz, curtindo sempre!








