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Aqui hoje conto uma história de AMOR.

Tudo começou em 2001, aos 14 anos, quando tive a oportunidade de conhecer o CEPRO – Centro de Ensino Profissionalizante Rotary.

Na época, a euforia foi enorme, me recordo bem. Era um curso muito disputado pelos jovens, uma prova era realizada para que pudesse se iniciar o ciclo de cursos.

Estudando desde os 6 anos, considero esse período o que mais tive motivos para de fato, estudar. A vontade e determinação para passar nessa prova foram de extrema valia pra mim.

Mal sabia que, após ela, se iniciaria uma paixão:

A ADMIRAÇÃO PELO TRABALHO ROTARIANO.

Desde o curso CBT – Capacitação Básica para o Trabalho, que foi fundamental para minha formação profissional e intelectual, até os outros que realizei, conhecendo professores incríveis, aprendendo a conviver com pessoas distintas e a gostar disso, e o melhor de tudo: fazendo amizades duradouras, das quais tenho até hoje.

Esse trabalho, promovido pela Fundação do Rotarianos foi e continua sendo de extrema importância para os jovens da cidade de Cotia, onde resido atualmente. Através dele, os jovens tem a base para iniciar em uma profissão, tendo em vista as empresas que abraçam o projeto, e nele confiam.

Passando-se um tempo, fiquei sabendo do RYLA. Por ser realizado pelo Rotary Grande Osasco, logo me inscrevi, baseado na experiência de 2 anos que tive.

Assim, me surpreendi. Desde o momento da reunião preparatória, até a recepção e os momentos finais.

No início do projeto, eu tive a sensação de transformação, no final, de gratidão.

Até hoje, felicidade e orgulho de ter tido a oportunidade de fazer parte deste projeto.

Em 2011 como Rylense, em 2012 como Rylense e Monitora.

Após ele, participei de muitos outros projetos, e um deles, o Dia do Líder preciso registrar aqui.

Realizado pelo Rotaract de Itapevi, o evento contou com pessoas dispostas a crescer, proporcionou a todos um dia marcante com palestras ricas em conhecimento. Lá, tive a oportunidade de conhecer Anita e Nicolas Brito, que abordam o assunto Autismo, recomendo a leitura do blog, onde através dele, é possível também conhecer o livro: Meu filho ERA autista.

Há 11 anos, venho acompanhando o trabalho Rotariano.

Hoje, digo com imensa satisfação que os melhores momentos que vivi e vivo tem esta marca:

 

Desde a contribuição profissional, na área de Recursos Humanos, até o momento presente, onde pretendo iniciar os estudos em uma nova área, contribuindo para novos rumos, há uma excepcionalidade no trabalho que realizam:

Eles fazem com o coração!

Não há distinção entre as diferenças, integram pessoas “especiais” ao nosso meio, o que considero uma honra, possuem um poder imenso de construir e reconstruir a vida de muitas pessoas a começar por mim, eles não atingem o objetivo… Eles os SUPERAM!

Em cada momento vivido, há um certificado: Fica registrado que tudo foi feito com prazer, que se pensou no bem do próximo mas antes de tudo, que se sentem bem por fazer aquilo, dando o melhor de si, individualmente e em equipe.

Por mais que escreva aqui, somente as lembranças e a pessoa que me tornei hoje podem dizer o que tudo isso reflete na minha vida.

A menção de hoje é em agradecimento aos pais, filhos, tios, irmãos, avós e ás pessoas que contribuem para que tudo isso aconteça.

Não só na minha vida, em particular, mas em cada sorriso que vocês arrancam em cada lugar que passam.

O meu MUITO OBRIGADA!

Á família Rotariana, em especial á Simone Sayuri, Sérgio Manojo, Luciano Camandoni, Cibele Silva, Carlos Alberto A. dos Santos, Hebert Gaban, José Antiório e demais do Distrito 4610.

Vocês fazem a diferença!

RYLA 2012 Rotary Club Grande Osasco - Organizadores

RYLA 2012 - Monitores

RYLA 2012 - Monitores

Reencontro CEPRO

RYLA 2011

Dia do Líder – ROTARACT Itapevi

A roda que transforma vidas: ROTARY

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Outros 500!

Escrevendo aqui há um bom tempo, lendo tantos outros blog’s, de amigos inclusive.

Além dos livros, palestras, cases, histórias de vida.

De certo, muito aprendi com tudo, e ainda aprendo, porém…

Na prática e digo nos sentidos também, certas horas filosofia alguma e exemplo nenhum serve de guia para caminhar.

Aquela hora que você deseja ficar “offline”, sumir para o “nada”, o momento que definitivamente tudo que você possui na bagagem não é suficiente.

O momento em que raramente você é compreendido, que ouve “N” teorias e motivos que o façam pensar o contrário.

A hora em que você percebe a diferença entre “Razão” e “Emoção”, e vê que separá-las não é tão simples como nos livros de auto-ajuda.

Aquela hora em que você bebe até vodka, para tirar o nó da garganta.

Canta, no tom mais grave, na tentativa falha de aliviar o que sente.

Diz que o olho só lacrimejou por conta de algo que caiu no olho, e vê a lágrima sair “quicando”, sem a menor intenção de parar.

O que isso tudo mostra é que não somos sempre razão.

Por mais muros que se construa, nascemos do amor, e dele precisamos viver.

Somos feitos de carne, mas certas horas, temos que viver como se fôssemos de ferro.

Falar, ver e ouvir…

Nada ameniza, nem realiza.

Os três sentidos precisam ser ignorados, e porquê não, a inteligência também não deve ser deixada de lado.

“Emburrecendo” certas horas, para aprendermos que nem tudo precisamos saber.

A teoria sem a prática é insignificante.

Deixar o medo de lado, e se arriscar.

Talvez seja esse o segredo do que chamam de suprema e plena felicidade.

Seres evoluídos, que podem ter em seu corpo e em sua mente a marca da tentativa, da qual chamam de “cicatriz“.

E se na prática, fora dos livros e teorias, a realidade é outra, vamos lá…

Praticar, vivendo o que nos espera… E que deve ser bem melhor do que imaginamos.

E quem sabe tirar da imaginação, aquilo que se deseja… Em silêncio.

Pratique!

😉

Na prática…