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Como dizia o mestre Chacrinha: “Quem não se comunica, se “estrumbica”.

E olha que é verdade!

Mas quem se comunica mal, também!

Antigamente era engraçado, nos comunicavamos por carta, bilhetes, “orelhão” e por aí vai.

Até sinal de fumaça era meio de comunicação, jamais esquecendo do pombo-correio.

E o correio elegante nas festas juninas? Era o máximo.

Com a chegada da tecnologia, tudo foi pro ar. Ainda há quem utilize, mas é pra poucos.

Os meios de comunicação chegaram em massa,  quanta coisa pra gente se falar, não!?

O ditado correto é “Quem tem boca vaia Roma” mas, quem tem boca realmente vai a qualquer lugar.

No meio de tantos meios, tantas formas, a mais primitiva ás vezes é a menos utilizada.

Ou estou sendo piegas demais?

Hoje em dia, a regra é a seguinte:  “Escreveu não leu, o pau comeu”.

Tudo tem que ser documentado, até o sms escrito “Eu te amo”, pra você ler quando a pessoa está do lado, e não fala.

E-mail então, tem mais arquivo-morto que cemitério no mundo todo. Vamos arquivar, gente.

Perdeu-se o costume de conversar.

De novo, a forma mais primitiva é a menos utilizada.

Existem inúmeras formas de comunicação.

Há quem se comunique por desenho, por sinais, pela fala, escrita, som, até mímica tá valendo.

Quem já jogou Imagem & Ação sabe do que eu estou falando.

Com tantos meios, ficou fácil ser uma pessoa incrível.

Você escreve coisas que jamais teria coragem de dizer. Me desculpem se isso só acontece comigo.

Enquanto não se soltam as amarras e a coragem vem a frente, é fácil se comunicar através da tecnologia.

Deixe o mundo escutar a melodia de sua voz!

Uma vez me contaram que as Instituições Bancárias, ao reformular o layout das agências, tiveram que manter os sofás. O motivo? Muitos clientes se dirigiam a elas apenas para sentar e conversar com o gerente e amigos que acabavam encontrando por lá.

A mesma praça, o mesmo banco e o mesmo jardim agora não tem mais tantas pessoas.

Os bancos da praça estão mais vazios, afinal,  pra que ir até lá seu eu posso tc no chat.

Agora tá fácil!

A beleza atrai e o papo virtual convence.

Não só na questão pessoal,  mas profissional.

Muitos confundiram a “Ferramenta” com o “Fundamental”.

Pode não ser pra você, mas pra mim, olho no olho continua sendo essencial.

Afinal, atrás de uma tela é fácil ser algo que talvez não seja completamente você.

É disso que eu gosto, de pessoas que se permitem.

Comunicar com uma ação, é compreender o princípio de tudo quando se pode falar.

Falar sem medo de ouvir, permitir escutar.

A conversa de elevador já não faz mais sentido quando se comenta do tempo, virou clichê.

As pessoas têm muito em comum, e coisas incomuns também.

Bons laços se iniciam com boas conversas.

É a vida te dando a chance mostrar quem você é.

Tudo serve como forma de comunicação. AÇÃO!

Use a tecnologia apenas como ferramenta e permita-se viver mais.

Vamos lá, sem se estrumbicar!

Leia também: Falar ou Ouvir?

Comunica-Ação

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Outros 500!

Escrevendo aqui há um bom tempo, lendo tantos outros blog’s, de amigos inclusive.

Além dos livros, palestras, cases, histórias de vida.

De certo, muito aprendi com tudo, e ainda aprendo, porém…

Na prática e digo nos sentidos também, certas horas filosofia alguma e exemplo nenhum serve de guia para caminhar.

Aquela hora que você deseja ficar “offline”, sumir para o “nada”, o momento que definitivamente tudo que você possui na bagagem não é suficiente.

O momento em que raramente você é compreendido, que ouve “N” teorias e motivos que o façam pensar o contrário.

A hora em que você percebe a diferença entre “Razão” e “Emoção”, e vê que separá-las não é tão simples como nos livros de auto-ajuda.

Aquela hora em que você bebe até vodka, para tirar o nó da garganta.

Canta, no tom mais grave, na tentativa falha de aliviar o que sente.

Diz que o olho só lacrimejou por conta de algo que caiu no olho, e vê a lágrima sair “quicando”, sem a menor intenção de parar.

O que isso tudo mostra é que não somos sempre razão.

Por mais muros que se construa, nascemos do amor, e dele precisamos viver.

Somos feitos de carne, mas certas horas, temos que viver como se fôssemos de ferro.

Falar, ver e ouvir…

Nada ameniza, nem realiza.

Os três sentidos precisam ser ignorados, e porquê não, a inteligência também não deve ser deixada de lado.

“Emburrecendo” certas horas, para aprendermos que nem tudo precisamos saber.

A teoria sem a prática é insignificante.

Deixar o medo de lado, e se arriscar.

Talvez seja esse o segredo do que chamam de suprema e plena felicidade.

Seres evoluídos, que podem ter em seu corpo e em sua mente a marca da tentativa, da qual chamam de “cicatriz“.

E se na prática, fora dos livros e teorias, a realidade é outra, vamos lá…

Praticar, vivendo o que nos espera… E que deve ser bem melhor do que imaginamos.

E quem sabe tirar da imaginação, aquilo que se deseja… Em silêncio.

Pratique!

😉

Na prática…

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O poder da palavra dita… E ausência do dizer!

Por vezes, o ser humano deixa de usar a lógica e passa a adotar a sua metodologia de vida.

Deus nos deu dois ouvidos e uma boca, na qual, inconscientemente (ou consciente) agimos como se possuíssemos o inverso.

Observe, note, experimente… Ouvir mais do que falar?

Sei que em alguns momentos isso é extremamente complicado, porém, ao ouvir aprendemos muito.

No entanto, vamos a uma escola para ouvir, e quando é solicitado ou permitido, temos a vez de falar.

A vida não deixa de ser uma escola, na qual nós conduzimos.

Assumimos a postura que achamos ideal, até chegar o momento em que é necessário avaliar a conduta.

Em diálogos, discussões, em âmbito profissional ou acadêmico.

Como andam suas relações?

Acredito que tudo seja importante, na medida.

Como falar demais em certas situações não é o melhor a se fazer, calar-se também não.

Segundo alguns estudos, nosso corpo sente as tensões daquilo que oprimimos.

Quando há uma exaltação demasiada excessiva, ou um consentimento frequente, estas emoções que ficam “estancadas” podem ser refletidas em nosso corpo.

Depressão, câncer, gastrite, úlceras. Muitas vezes, tratadas como um problema apenas de origem fisiológica ou devido ao ritmo de vida, podem ter uma razão psicológica.

A questão de hoje sugere uma auto-análise, observando como você conduz seus relacionamentos.

Muitas vezes, buscando soluções para conflitos existentes, perdas e dificuldade na aproximação de pessoas.

Ambos possuem um poder imenso de resultados positivos, negativos e na ausência de resultados.

Logo o dizer: “Quem cala consente.” Pode ser errôneo em alguns momentos, quando o melhor a se fazer é silenciar.

Antes de qualquer escolha, o importante é PENSAR.

Muitas coisas podem ser consertadas, mas PALAVRAS, ditas…

Nem sempre podem ser “re-ditas”

Assim como, a oportunidade em que se pode falar, e calamos. Pode não se repetir.

Nem sempre quem fala se comunica, nem sempre quem silencia não pensa.

Já citei, Deus não nos fez com essa conta por acaso.

Ouça o que a vida tem pra lhe dizer.

Fale quando julgar necessário.

Em ambos, seja responsável pelo resultado da ação.

Não culpe o destino por aquilo que você mesmo não soube ouvir… ou dizer.

Falar ou Ouvir?