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cravo e a rosa

Eu preciso confessar… Sou apaixonada por histórias de amor.

Já vivi romances, mas hoje o post aqui é uma homenagem.

Antes de tudo, uma homenagem ao AMOR.

E aos poucos que me conhecem, agora talvez compreendam esse meu espírito de “urgência” se assim posso dizer.

Preparados? Vamos lá!

Conheci a rosinha há 3 anos atrás. As pessoas que nos apresentaram nem temos contato mais.

Eu lembro do dia: Foi paixão a primeira vista.

Desde então, eu e rosinha mantínhamos conversas semanais, que depois de um tempo, se tornaram diárias. E depois 24 horas conectadas.

Eu lembro quem era o meu “encanto” da época. E o dela também.

Era o Cravo. Aliás, sempre foi ele.

A história deles eu acredito que tenha se iniciado quando um jardineiro os viu separados e resolveu deixa-los juntos. Ficou lindo viu!

E sendo assim, os apelidei de “Meus prediletos”.

Eu sempre amei os dois, apesar de ter conhecido o Cravo só por conversas.

Não me julguem por sentir isso, o amor corre em minhas veias.

A Rosinha eu sempre amei por ela ser meu avesso. E o Cravo por ser eu na versão masculina.

Os dois se completavam. Eu acredito que a vida precisa ser bem dosada pra ser bem vivida.

E eles aprenderam a tirar um pouco de si para doar ao outro.

É pegar a montanha que o outro deixou, guardando-a pra si. E vice-versa.

Eu gosto sempre de dar um conselho: “Não me peça conselhos”.

Eu ainda acho que meu maior ato inteligente é seguir meu coração.

Pois bem, a Rosinha não quis ouvir meu conselho e seguiu meus conselhos.

Ela achava que tinha escolhido ele. Depois percebeu que ele tinha escolhido ela pra ele.

Com o tempo, viram que eles se escolheram. E tudo começou a fluir. O jardineiro viu que tava certo.

O Cravo sempre foi alegre, divertido, preocupado com as plantinhas ao redor.

Gostava de se divertir, de viver. Era carinhoso e galanteador. Quando batia um vento, ele dançava.

A Rosa era fechada, de poucas amigas flores, nada delicada. Mas possui um bom coração.

Ao que sinto, ambos se encontraram por uma ordenação divina jardineiramente falando.

Eles precisavam ser felizes. Mas juntos!

De uns tempos pra cá, meus conselhos eram:

“Fala que o ama! ~ Vai atrás dele! ~ Dá bom dia! ~Seja fofa! ~Mostre a ele o quanto é importante”

E assim a Rosinha se tornou uma versão minha adaptada…

Como fez com ele, ela tirou um montinho de si e pegou o meu pra ela.

E assim, o amor começou a se tornar mais visível. O perfume dele pode ser sentido. As pétalas dela se abriram.

E o sorriso… ah que gargalhada gostosa! Amar é um sentimento que não se define.

Eu sei que talvez você esteja lendo isso e torcendo por um final feliz.

Pois foi isso que aconteceu…

Na última semana, o Cravo e a Rosa viveram dias incríveis! Eu estava muito feliz por eles.

Mas, por uma ironia do destino, após a noite mais feliz de ambos, num jardim perfumado e um céu estrelado, o Cravo partiu…

Ele partiu, deixando a Rosinha sozinha em seu jardim.

Ainda bem que ela seguiu seu coração.

O cravo há amava tanto. Apesar das ervas daninhas, dos mosquitos que insistiam em perturbar.

Arrancaram o Cravo do lado da Rosa. E o jardineiro, fiel e amigo dela, garantiu que eles iriam se reencontrar.

Em outro jardim, mais lindo… Com um céu enluarado.

Agora, o Cravo, de outro jardim, observa o mesmo céu que a rosinha, que está triste sozinha.

A Rosinha murchou um pouco, mas o jardineiro está de olho nela. Foi o cravo quem pediu.

Logo ela deixará ser regada de novo, voltará a ter o brilho de antes e exalar o perfume mais gostoso do jardim.

Eu também sou amiga do jardineiro. E quando ele contou que precisou mudar o cravo de jardim, eu ajudei ele a regar os dois jardins…

De hoje em diante, será assim. A saudade vai bater no peito e quem deixar ela sair, ajuda a manter o jardim vivo.

O jardim do cravo. O jardim da rosa. E o jardim do amor.

O jardineiro é assim… Te coloca ao lado de outras plantinhas, rega, cuida com amor.

Mas você precisa ajudá-lo retribuindo o amor e o carinho que recebe dele.

Senão, quando ele vier te buscar, quem irá ajudá-lo a regar o seu jardim?

 

O cravo e a rosa

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E assim começa a história.

Não gostava de gatos e sempre fui apaixonada por cachorros.

Porém, no apartamento não queria limitar a natureza deles.

Por ter ciência do espaço que eles precisam, aqui em caso essa possibilidade era nula.

Já tive periquitos, calopsita e peixes.

Até o dia que meu irmão sismou em trazer um gato, e lógico, quando eu ia opinar, ele chegou.

Pois bem, esse aqui é o Lyon.

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Chegou de surpresa, e não se enganem com essa carinha de coitado.

Ele destrói o apê inteiro.

Fiquei só observando e parece que eles tem uma “sensibilidade” aguçada.

A primeira pessoa que ele veio brincar foi comigo.

Sim, a pessoa da casa que não gostava de gatos.

Desde o dia que ele chegou, todos os dias pela manhã, quando acordo, ela fica entre meus pés e caminha comigo, independente do horário.

Quando chego do trabalho, ele tá no pique pra brincar, e haja fôlego pra acompanhar.

Se eu for mexer no computador, tenho que dar atenção antes.

Caso contrário, ele anda no teclado ou fica na frente da tela.

Dei atenção antes? Ótimo, ele deita no colo, me olha com cara de dó e dorme.

Isso quando não acha que meu braço é travesseiro e abraça.

Um dia disse que ele nunca ia dormir comigo.

Até chegar cansada do trabalho e deitar.

Quando percebi, era assim que ele estava:

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Tá bom pra vocês?

Impossível  não ser conquistada com tantas tentativas de carinho.

Ser “humana de estimação” de um gato exige CRIATIVIDADE.

Ele enjoa rápido dos brinquedos. Não importa o valor, tem que ser algo novo.

Além do mais, há muito o que aprender com eles.

“Amor e carinho não se pedem, se conquistam!”

“A vida é uma novidade, todo dia.”

“Não perca tempo com brinquedos velhos porque se acostumou com eles. Se renove!”

“Espreguice ao acordar. Mostre ao seu corpo que recarregou as forças para um novo dia.”

“Brinque, se divirta, envolva outras pessoas. Você pode ser a razão do sorriso de alguém.”

Esses dias eu pisei sem querer na pata dele e pedi desculpas.

Mesmo assim, ele me mordeu de leve (tá, doeu)

“Não pise nas pessoas. Por mais que seja sem querer ou que peça desculpas, vai doer.”

“Remédios ajudam a curar. Carinho e Amor são o princípio da cura.”

Outra diva linda é a Tatinha da “humana de estimação” Mariana Marques.

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Desde que entrou na vida da Mari, a Tatinha é a modelo principal da “dona fotógrafa”.

Parece uma artista de cinema, reparem na pintinha.

É uma linda, e como ela diz, é o amor da vida dela ♥

E assim começou e continua uma história de amor.

“Me ama, vai!” foi dito pelo olhar.

E conquistado com carinho e atitudes que me chamaram a atenção, sempre com uma novidade.

Haja criatividade para ensinar as coisas pra esses humanos.

Pra quem não tem ou não gosta, fica aqui minha linda história com o Lyon.

Espero que os humanos compreendam a beleza dos que não sabem falar.

Eles sabem como amar, isso basta.

Ah, se estiverem com preguiça, bons sonhos!

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Me ama, vai!

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Nasceu do amor. Parece que ele foi transmitido a ela pelo cordão umbilical, e nunca mais saiu de si mesma.

Mas, é direito do outro não querer amar, mesmo que isso corra em seu sangue.

É complicado entender porque uma pessoa pode querer estar sempre só.

Eu entendo hoje que as pessoas se assustam com rótulos, tais como:

Namoro, casamento, compromisso, relacionamento sério.

Rótulos como esses, porque muitos já desconsideram um modo de vida feliz, e o banalizam como modelos impostos, regras.

É como se fosse um passo obrigatório, que te aprisiona e não te solta nunca mais.

Eu sou “uma só”.

Ainda que existam beijos, abraços, aconchegos e delírios, alguns sentidos tem prazo de validade.

O amor não.

Por que não se ama apenas uma vez, como dizem por aí.

O amor é uma experiência única, porque cada ser é único, é um só.

Portanto, 7 bilhões de possibilidades pra se abraçar.

Mas não, mantenha-se um só.

Com a liberdade, libertinagem, ousadia, prazeres diversos, que não incluem o amor.

Dizem que o amor ensina a crescer, eu acredito que é o conhecimento quem cresce.

O amor só se expande para contê-lo e nos deixar cientes do que estamos fazendo, ainda que isso demore pra ser visto.

Mas como na vida o livre arbítrio é sempre defendido – mesmo que nem sempre, respeitado – me reservo o direito de dizer que acho que a vida vale muito mais a pena quando existe amor.

Ainda que não seja recíproco, vale sim a pena amar.

Aquele amor de “bom dia”, de ter com quem brigar pra extravasar. Aquele prazer de acordar ao lado, e não dizer nada, só olhar.

A certeza gostosa de saber que existem dois ombros pra se apoiar, e uma face para beijar.

Um único, assim como você, um só. A chance remota, a impossibilidade quimicamente imperfeita.

A engraçadez de ter com quem contar.

O amor é pra quem tem medo. Só estes tem costume de enfrentar quando desafiados.

Gente corajosa demais diz estar pronto tudo e ter vivido em milhares de haréns, quando na verdade, nunca amou por pura vaidade.

Que o orgulho te aqueça nos dias frios.

Que o abraço de prazer seja mais sincero do que dois braços com um coração cheio de amor.

Que a pele que aquece e repulsa de calor mantenha-se sempre assim, que tesão seja mais válido que amor.

Porque sabemos que o amor não é pra todos.

É pra quem entende que cada ser é um só, que cada chance é uma só, que cada momento é um só.

E apesar de um só, pode ser vivido intensamente, não necessariamente, uma vez só.

Se você prefere ser mais um, do que ser parte da história sem final.

Um conto, do que uma fortuna.

Uma nota só, ao invés de uma música.

Uma vida, e só…

Quando “um só” por escolha, por estar amarrado ao passado.

Estando só por liberdade, quando ainda preso á dores passadas.

 

Você é e sempre será um só.

Ao lado ou não, estará presente aqui.

Porque eu permito aos que passam e me deixam só a chance de reconhecer a importância de cada um.

Sou uma só, com muito de cada um que passou.

Uma só, porque cada um é “um só” e ainda não criaram uma fórmula para não ser só.

E não me considero “mais uma” porque sempre faço diferente, mesmo que você considere “pra pior”.

Sou mais que a palavra, e a limitação do seu olhar.

Sou aquela que poucos sabem que podem contar.

Uma só, podem acreditar!

 

Uma só

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Uma breve história, cheia de engraçadices, algumas impostáveis…

Tudo começou na faculdade. Antes dela, eu era anti-social.

Todos pediam cerveja, e eu, os famosos drinks.

Me sentia um ET por isso, até que um dia…

A situação apertou, trabalhava pra pagar a facu e só me restavam as moedinhas.

Foi assim que me tornei uma pessoa feliz.

Certa vez estávamos naqueles dias da pendura, em pleno verão, e juntamos as benditas moedinhas para pegar algumas cervejas.

E aí começou nosso caso de amor…

Antes que pensem, essa não é uma história de uma alcóolatra e sim, de um caso de amor comum, que pode deixar sua vida incomum, se for bem curtida.

A cerveja me ensinou muita coisa, e algumas compensam compartilhar:

– Pra ser feliz você não precisa de muito, desde que abra mão das frescuras e aprenda a contar as moedas;

– Se você nunca experimentou algo, comece pela cerveja… Ela é a melhor rede social que existe;

– Tá tímida(o)? Ótimo, comece perdendo a vergonha pedindo uma gostosa gelada, que já agiliza o processo;

– Se for com as amigas, experimente cantar PARABÉNS para uma delas, mesmo que não seja. Essa tática funciona, e pode te render mais uma(s) cerveja(s);

– Saiu pra aprontar todas, naquele dia que diz pra todos: “Me chama de trem fantasma que hoje eu vou tocar o terror” e não sabe em quem colocar a culpa?  Aproveite dela, e tenha uma foto pra dizer que ela existe mas não te deu o telefone;

– Com ela é possível conhecer o seu “eu-interior” sem terapia e ajuda médica;

– Cerveja também é saúde, e deixa até a barriga mais sexy. Uma homem sem barriga é um homem sem história. Se o(a) Disney não curtir sua barriguinha de cerveja, peça pra que ele(a) te ajude na academia a queimar esses litros e mostre que você tem conteúdo;

– O povo diz que afoga as mágoas, as minhas aprenderam a nadar, então, quando convém, eu bebo pra que elas virem atletas e um dia saíam do copo dando um triplo carpado;

– Já tem algumas que o nome é só no rótulo, ou seja, elas nunca são iguais. Quando peço a marca X, lembro disso, a Y daquilo, e por assim vai;

– Outra coisa importantíssima… aprendi a partilhar a felicidade. Se não quero ficar feliz sozinha, eu convido alguém pra dividir uma garrafa… uma torre… enfim;

– Pros mais espertos, que não sabem como convidar o/a DISNEY pra sair, três palavras mágicas resolvem tudo (que mané EU TE AMO)…

VAMOS TOMAR UMA? vale mais que mil palavras!

– Com ela, podemos dizer que não lembramos do que houve, dando espaço para novos acontecimentos sem contar que lembra de exatamente tudo;

– A paciência é uma prática que você desenvolve quando aquele (a) amigo(a) fica chato e começa a chorar quando toma várias, amigo que é amigo aguenta e bebe pra amenizar a dor alheia;

– Aprendi que assim como no amor, não adianta forçar a barra. Quando tiver que ser, será.

O início poderá ser por falta de grana, opção, necessidade, seja pelo copo ou pela bundinha (quem conhece entendeu).

No bar, todos somos iguais…

Além de socializar, lá se aprende muita coisa e diria que além de uma graduação acadêmica ser importante na vida de alguém, a graduação cervejêmica e pós graduação botequeira são títulos honráveis na vida de nós, felizes mortais.

Bons momentos por vezes estão associados a isso: Uma cerveja com os amigos e/ou Disney.

Porque o que vivemos aqui é incerto mesmo, e se a gente só pensar em comer, rezar e amar…

A vida ficará limitada.

Pra quem curte essa limitação, nada contra…

Se divirta com as alheias, enquanto poderá estar vivendo uma dessas histórias cheia de ensinamentos e divertidas 😉

O importante é ser feliz, quente ou gelada… Só depende de você!

Um caso de amor… Eu e a cerveja