Monthly Archives: Março 2012

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Outros 500!

Escrevendo aqui há um bom tempo, lendo tantos outros blog’s, de amigos inclusive.

Além dos livros, palestras, cases, histórias de vida.

De certo, muito aprendi com tudo, e ainda aprendo, porém…

Na prática e digo nos sentidos também, certas horas filosofia alguma e exemplo nenhum serve de guia para caminhar.

Aquela hora que você deseja ficar “offline”, sumir para o “nada”, o momento que definitivamente tudo que você possui na bagagem não é suficiente.

O momento em que raramente você é compreendido, que ouve “N” teorias e motivos que o façam pensar o contrário.

A hora em que você percebe a diferença entre “Razão” e “Emoção”, e vê que separá-las não é tão simples como nos livros de auto-ajuda.

Aquela hora em que você bebe até vodka, para tirar o nó da garganta.

Canta, no tom mais grave, na tentativa falha de aliviar o que sente.

Diz que o olho só lacrimejou por conta de algo que caiu no olho, e vê a lágrima sair “quicando”, sem a menor intenção de parar.

O que isso tudo mostra é que não somos sempre razão.

Por mais muros que se construa, nascemos do amor, e dele precisamos viver.

Somos feitos de carne, mas certas horas, temos que viver como se fôssemos de ferro.

Falar, ver e ouvir…

Nada ameniza, nem realiza.

Os três sentidos precisam ser ignorados, e porquê não, a inteligência também não deve ser deixada de lado.

“Emburrecendo” certas horas, para aprendermos que nem tudo precisamos saber.

A teoria sem a prática é insignificante.

Deixar o medo de lado, e se arriscar.

Talvez seja esse o segredo do que chamam de suprema e plena felicidade.

Seres evoluídos, que podem ter em seu corpo e em sua mente a marca da tentativa, da qual chamam de “cicatriz“.

E se na prática, fora dos livros e teorias, a realidade é outra, vamos lá…

Praticar, vivendo o que nos espera… E que deve ser bem melhor do que imaginamos.

E quem sabe tirar da imaginação, aquilo que se deseja… Em silêncio.

Pratique!

😉

Na prática…

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Você abrevia a escrita, não conta detalhes, prefere os atalhos.

Ouve um trecho da música e já diz que não gosta, salva a senha pra não precisar digitá-la.

Manda sms ao invés de ligar, cartão virtual para não precisar escrever á mão.

Conta às horas pro fim de semana chegar, não espera a escada rolante rolar.

Vai na academia do prédio ao invés de caminhar.

Diz que a vida é curta, e curte ela dessa forma.

Se achou em um dos trechos acima, e se viu normal.

Note como encurtamos tudo!

Dizemos sobre curtir a vida, mas o sentido de “curtir” não é encurtá-la.

Reduzimos cada dia mais o que podemos.

Não nos permitimos viver longa e demoradamente.

Nunca temos tempo de ver alguém quem quer estar junto de nós, e achamos isso o máximo.

Nos adaptamos a pequenas coisas, a abreviações.

De que vale se reduzir tanto?

Prolongue um diálogo, saia com os amigos ao invés de “teclar”.

Tire o fone de ouvido quando estiver num parque, ouça os pássaros, sinta o cheiro da terra.

Fale, e permita ao outro responder, aprenda a pausar para ouvir.

Surpreenda, dando mais atenção á aquilo que ama, e que te ama.

Aprecie a vida de forma mais lenta e intensa.

Ao “curtir” não a deixe curta e abreviada.

Prolongue, eternize, demoradamente!

Ao correr, talvez você perca grandes e belos detalhes da paisagem que está no caminho.

Aproveite bons momentos, talvez curtos, mas únicos!

Curta a vida, sem encurtar!

E seja feliz, curtindo sempre!

😉

Curta a vida! Vida curta?

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Um caractere e na sequência uma denominação própria.

A escrita de hoje é sobre a “Internetlização” da pessoa e seus sentidos.

E há muito eu venho notando o “amor”, a “saudade”, a “felicidade” e outros tantos sentidos expressos nas redes sociais.

Sejam em frases, indiretas, imagens, declarações públicas de amor e ódio, a rede está farta de emoções.

A minha dúvida, ao observar tudo isso, é:

O mundo virtual é completamente real?

Pode parecer ridículo pensar sobre, mas me pego certas vezes tão envolvida nesta “teia” que ela parece ser perfeitamente real. E acredito não ser.

Como disse no post anterior, acredito no que existe de fato, não em palavras soltas, frases aparentemente bonitas e imagens impactantes. As indiretas por sua vez, podem causar um efeito avesso ao desejado. Mas de certa forma, todos estão presos nesta “teia” e enquanto não se nota isso, a realidade vivida é aquela em que se está preso.

Eu escrevo aqui por diversos motivos, e um deles é por se ver exatamente nesta “teia” que citei.

Em outras, exito em escrever tudo, a realidade fica entrelinhas, afim de deixar o leitor descobrir o que está lá, ou quem sabe, se descobrir.

A @marinilopes não é exatamente como está nas Descrições, não sente somente a saudade descrita em sete letras, e nem ama pouco, com apenas três letras.

A internetlização dos sentidos tornou tudo mais simples, pra quem se habituou a esta teia, e acredita cegamente em tudo que nela lê.

Desde ao amor até a ira, tudo visto se analisado de forma racional, é engraçado de tão explícito e impulsivo.

Certa vez li uma tirinha que dizia: “O que os olhos não vêem, as redes sociais contam”.

Até mesmo os relacionamentos ficam á tona quando todos estão sob a mesma teia. Se não houver uma realidade, em que os sentidos sejam reais, o mundo real se torna virtual, e corre o risco de assim como uma rede, certa hora ser desconectado.

Porém, com tantos “porém’s”, a mesma rede que pode influenciar de forma negativa, é aquela que se usada de forma prudente, cria laços, une pessoas com interesses parecidos, reaproxima famílias, enfim, se torna mais uma ferramenta, e não mais a única ferramenta.

Assim como viver, este outro mundo agora muito mais acessível precisa ser de fato, compreendido.

Opinião da escritora (ou desabafo, a interpretação fica a critério do leitor):

O post teve um fato que motivou, mas agregou tudo aquilo que venho vendo á tempos.

Chega um momento da vida, fora da teia aos poucos construída, que se nota a necessidade de acordar. Dizer nas redes, twittar, postar no blog (risos), enviar e-mail’s e afins não soluciona e ás vezes, nem te aproxima do que se deseja.

– A saudade não cabe em palavras, ela precisa ser aos poucos, vivida.

– O abraço e o beijo enviados atráves da escrita não contém o seu calor, o seu cheiro, a sua forma.

– GRITAR em caixa alta não alivia a dor.

– Eu♥te♥amo, por mais enfeitado que esteja escrito não traduz o que você sente.

– “Eu quero te ver”, dito ou escrito, não tem o brilho lindo do seu olhar, quando você deseja isso.

– A vontade de não estar mais perto, por mais que seja insistidamente dita, não é convincente, por não poder ser vista e sentida ao mesmo tempo.

– O “Adeus” é mais simples, por assim ser mais fácil e encorajador de se fazer.

Assim como uma foto de cardápio não te alimenta, é necessário se fazer real.

Neste outro mundo, pude vivenciar boas experiências, encontrei pessoas incríveis e graças a ela, também fui encontrada.

Aprendi a controlar as próprias emoções, iras, desejos e uma das lições mais divertidas foi a de excluir as pessoas das redes, na esperança de excluí-las do coração.

Esta facilidade de conexão ainda não foi criada, então, eu continuo acreditando no que eu vivo, vejo e sinto.

Posso ter evidências virtuais contrárias ao que sinto, porém, elas jamais me tirarão o foco.

Este mundo novo me ensinou a ter coragem, já que esta atitude, fora dele, se tornou rara.

Enquanto o que eu viver não me convencer, a intertlização não convencerá.

Lembre-se: Ela é apenas mais uma ferramenta de sentidos, e não a única.

Por mais extensa e infinita que esta rede seja, minha vida não cabe aqui.

Não há caracteres suficientes para traduzir meus sentidos.

O olhar é insubstituível!

Um sorriso á tudo aquilo que não está nas redes, inclusive, o que sinto agora.

Viva mais, internetlize menos!

😉

@em.caracteres

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“Sorte é o que acontece quando capacidade encontra-se com a oportunidade .”

Uma máxima real, quando você nota a dimensão da coisa.

Nada exato e claro, apesar de certas horas você ver que está tudo perfeito para acontecer.

Quando um trecho da musica diz: “E o que é que eu faço com esses números?”

O mesmo serve pra mim, parafraseando:

“E o que é que eu faço com o que não posso modificar?”

Aqui entra a realidade: nem tudo é pra ser na hora que queremos, e nem sempre a peça que falta para completar o quebra-cabeça de certo irá completá-lo de primeira. A peça tem vários lados, bem como o que já está montado.

Chega um momento na vida em que você se vê apto e em perfeitas condições para algo. Encontra tudo que precisa para realizar, racionalmente dizendo:

“O momento certo, na hora certa, com a pessoa certa” e… Não, não dá certo! Porque como a vida, cada momento é um mistério, sem exatidões, não é uma equação simples com um resultado lógico.

É dificil entender, aceitar e tocar em frente, mas como dizem as filosofias, tudo tem seu tempo certo.

Certo dia, me recomendaram um livro e disseram que ele poderia transformar minha vida. Eu somente agradeci, acreditando que poderia ler uma biblioteca inteira, mas se eu não me permitir mudar, nada poderá fazer isso.

Mais um desabafo da série: “A Marini certa no mundo errado.”

Para compreender minha passagem por aqui, eu deixo a seguinte sugestão:

Pegue um mapa, trace um destino desconhecido, e tente chegar até lá somente com ele de guia… Se conseguir chegar ao destino sem a ajuda de mais nenhum recurso, você está apto para viver de teorias, sem sequer mudá-las ou contrariá-las.

Se hoje está confuso, talvez seja porquê o mapa caiu das suas mãos, ou você decidiu parar de olhá-lo.
Você já está na estrada! Pegue o que for necessário, e se faltar algo, crie!

Esqueça de olhar somente em frente, observe o que está ao lado, olhe para trás.
Fuja da regra, do exato, do óbvio.

Quebre paradigmas, se contrarie, se encontre!

Pare de olhar sempre para o mapa, mude a direção!

Ao se sentir confuso, de tanto ser “razão”, grite, cante, chore, ore, silencie…

E assim se permita escutar o seu coração.

REALIZE!

Nessa estrada, só se passa uma vez só.

Sempre há caminho para ser feliz!

Na estrada!