Ápice da conquista

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“Todas as cartas de amor são ridículas. Não seriam ridículas se não fossem cartas de amor.” Fernando Pessoa

Há fases em nossas vidas que nunca esquecemos.

É até divertido lembrar de tudo o que fizemos para conquistar quem nós julgamos amar.

Normalmente, o primeiro artifício é uma carta de amor; na qual o nível de amor excede um pouco o normal.

Elas podem ser conquistadoras, românticas ou picantes, todas elas por motivos diferentes, mais com o mesmo objetivo: chegar ao coração de quem se ama.

Mas, quando se analisa o lado da razão, nota-se que apesar do lindo objetivo, as cartas de amor são ridículas.

Para ver isso, é só ler uma carta depois de um tempo. Vemos que o exagero é imenso em relação ao que se sente.

Chega a ser algo doentio, sufocante. Em que a razão é totalmente esquecida, e a emoção prevalece em cada palavra.

É muito claro que quando se escreve uma carta de amor a pessoa está insegura, e talvez não conseguiria dizer tudo o que escreve a quem a ela julga amar.

Palavras não são nada sem gestos e/ou atitudes concretas.

Escrever o que se sente não basta, é preciso viver o amor!

*Texto original. Redação escrita em 2003 (16 anos)

Corrigida pela Profª Neide Oliveira Machado

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